14/09/2021

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Em tempos de revolução 4.0, cada vez mais as máquinas vêm tomando espaço de trabalho das pessoas em atividades operacionais. A frase de que “tudo que for meramente operacional, uma máquina fará melhor e mais rápido” faz parte definitivamente da nossa vida.

Com isso, vê-se, no dia a dia das empresas, que as áreas fiscais, principalmente após a implementação do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, são as mais afetadas pelo volume de dados e desafios postos, tanto pela necessidade de adequação formal aos sistemas do fisco, como pelas constantes alterações na legislação tributária.

A bem de que não haja prejuízo às empresas com o pagamento de tributos a maior, que gera imediato efeito negativo ao caixa, ou a menor, que acarretará prováveis autuações no futuro, para o pleno atendimento de obrigações fiscais, principais e acessórias, faz-se necessária a utilização de ferramentas que possibilitem o cruzamento e validação dos dados escriturados.

Neste ponto, mostra-se cada vez mais indispensável que os contribuintes utilizem, não só de ferramentas para o correto armazenamento de dados, mas também de softwares de Business Intelligence – BI, sistemas que apresentam a capacidade de ler esses dados da forma adequada, oferecendo informações precisas através do cruzamento entre as declarações fiscais e, dependendo do caso, com a própria legislação tributária.

Assim, tanto pela qualificação de suas equipes internas, quanto pela contratação de consultorias que dominem plenamente essas novas ferramentas, as empresas devem estar preparadas para enfrentar os novos desafios, municiando as áreas de suporte e de gestão com informações que propiciem mais assertividade nos processos decisórios.

Autor: Felipe Bohrer de Oliveira – Advogado tributarista e responsável pela área de Revisão Eletrônica Tributária na Vieira Melo & Lionello.

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